Você não precisa ter tudo organizado para começar.
Pode começar pelo que hoje está mais difícil de explicar.
Larissa Lima
Psicóloga
CRP 06/238055
- AtendimentoPsicoterapia online
- AbordagemTerapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
- ParaAdolescentes a partir de 16 anos e adultos
Talvez você se reconheça aqui.
Coisas pequenas, do dia a dia, que às vezes pesam mais do que parece.
- Você pensa demais antes de responder uma mensagem?
- Sente culpa quando descansa?
- Mesmo depois de fazer muito, fica a sensação de que dava para ter feito mais?
- Revê conversas na cabeça, horas depois?
- Tem medo de decepcionar as pessoas?
- Diz sim quando, por dentro, queria dizer não?
- Às vezes nem sabe direito o que está sentindo, só sabe que o cansaço não passa?
Nada disso é diagnóstico. São experiências comuns, que muita gente vive em silêncio. Se alguma frase soou familiar, ela pode ser um bom lugar para começar uma conversa.
O que você costuma dizer para você mesma?
Escolha a frase que mais aparece por aí.
E se você falasse com você como falaria com alguém que ama?
Não é trocar uma frase por outra, como se fosse fácil. É perceber que existe mais de um jeito de falar consigo. A terapia também é um lugar para ir ouvindo essa voz com mais calma.
Prazer, Larissa.
Sou psicóloga clínica e atendo online adolescentes a partir de 16 anos e adultos, com a Terapia Cognitivo-Comportamental.
Penso a terapia como uma conversa com direção: um lugar onde você não precisa chegar com tudo explicado, e onde a gente vai organizando, junto, aquilo que faz sentido para a sua história.
Muita gente chega dizendo que não sabe por onde começar. Tudo bem. Começar sem saber também é começar.
“O real não está na saída nem na chegada: ele se mostra pra gente é no meio da travessia.”
Um jeito de olhar para o que acontece com você.
A Terapia Cognitivo-Comportamental parte de uma ideia simples: o jeito como a gente interpreta uma situação mexe com o que sente e com o que faz. Não é sobre pensar positivo. É sobre perceber o caminho que se repete. Um exemplo:
Oi! Tudo bem? Queria te perguntar uma coisa…Visualizada às 14:32
A mensagem foi visualizada e não respondida. Toque em cada parte para ver o que costuma acontecer.
Escolha por onde começar.
Por onde você começaria?
Não existe resposta certa. É só um jeito de pensar no que está mais perto agora.
A resposta aparece aqui.
Uma travessia, no seu ritmo.
Terapia não é linha reta, e cada processo tem o seu tempo. Mas dá para contar como costuma começar.
-
Primeiro
Primeiro contato
Você me manda uma mensagem, do jeito que conseguir. A gente tira dúvidas e combina um horário.
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Depois
Primeiro encontro
Uma conversa para nos conhecermos. Você conta o que te trouxe, no seu tempo, e eu explico como a terapia funciona.
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Com o tempo
Construção do processo
A partir do que vai aparecendo, a gente define junto o foco do trabalho e o ritmo dos encontros.
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E segue
Caminho terapêutico
Os encontros seguem as suas necessidades. O caminho é seu, e pode ser ajustado sempre que fizer sentido.
Para quem é.
A partir dos 16 anos
Para quando muita coisa muda ao mesmo tempo (escola, vestibular, amizades, planos) e fica difícil entender o que você está sentindo no meio disso tudo.
Um espaço seu, para ser ouvido sem pressa e sem julgamento.
Adultos
Para quem está cansado de tentar dar conta de tudo sozinho. Para quem vive no automático, atravessa uma mudança ou só sente falta de um lugar para pensar em si com calma.
Um espaço para falar sobre aquilo que talvez ainda seja difícil organizar em palavras.
Algumas coisas que costumam chegar por aqui:
ansiedade autocobrança perfeccionismo autoestima insegurança sobrecarga relações dificuldade de colocar limites e aquilo que ainda não tem nome.
Nenhuma dessas palavras define quem você é. Cada pessoa chega com a sua história.
“O que estou te escrevendo não é para se ler — é para se ser.”
Dúvidas que costumam aparecer.
Se a sua não estiver aqui, pode perguntar direto. Não existe pergunta boba.
Não existe um momento certo, nem um tamanho mínimo de sofrimento. Se algo tem ocupado muito espaço na sua cabeça, se repetido ou atrapalhado a sua rotina, já é motivo suficiente. E, às vezes, a vontade de conversar sobre o que está acontecendo já basta.
Não. Muita gente chega sem conseguir explicar o que sente, e está tudo bem. Colocar isso em palavras, aos poucos, já faz parte do processo.
É uma conversa para nos conhecermos. Você conta o que te trouxe até aqui, do jeito que conseguir, e eu explico como a terapia funciona. É também um momento para você sentir se esse espaço faz sentido para você.
Os encontros acontecem por videochamada, pelo Google Meet, e duram 60 minutos. Você só precisa de um lugar reservado, uma conexão estável e um celular ou computador com câmera e áudio. Fones de ouvido ajudam a deixar a conversa mais privada.
A gente olha para como pensamentos, emoções e comportamentos se conectam nas situações que você vive. É uma abordagem ativa e feita a dois: os focos são combinados juntos e, às vezes, surgem pequenas propostas para observar ou experimentar entre as sessões. Sempre no seu ritmo.
Sim. Para quem tem menos de 18 anos, o atendimento precisa da autorização de pelo menos um responsável, como prevê o Código de Ética do psicólogo. O que é conversado nas sessões continua sendo tratado com sigilo, dentro dos limites que a própria ética estabelece, e isso é explicado com clareza logo no começo.
Sim. O sigilo é um princípio do Código de Ética Profissional do Psicólogo e faz parte do combinado desde o primeiro encontro.
É só mandar uma mensagem pelo WhatsApp (11) 97659-0563 ou pelo e-mail contato.larissalimapsico@gmail.com. A gente combina o dia e o horário.
Talvez você não precise resolver tudo hoje.
Talvez o primeiro passo seja só começar a falar sobre isso.
Quero conversar